“Vejam bem, o vivo é esquartejado, ele tem um vazio. Com o sensório, ele recebe os movimentos do mundo, e passa os movimentos do sensório para o motor; ao passar, ele os passa nesse intervalo. E esse intervalo é um vazio completo. Mas é nesse vazio completo que está instalado o que nós chamamos alma. A alma, segundo Bergson, é esse vazio. (…) Logo, a partir do que eu disse, a introdução do vivo seria simultaneamente o nascimento da alma? Sim. Segundo essa tese, é a vida que traz a alma para o universo. Antes da vida, não haveria nenhuma alma”. (…) (…) “O artista que visa o corpo histérico, os artista que visa os gestos, ele não visa a história, ele não visa a narrativa, ele não visa a intriga; e isto, para Deleuze, é exaltante! Pois a questão do Deleuze é sair da imagem-ação, que é a imagem histérica e narrativa. Quando você entra no mundo dos gestos, você não tem mais história. Acabou a história!”
(a parte 1 da aula tem apenas 1 min e meio; as outras partes têm cada uma 30 minutos aproximadamente).
(gravação com ruídos, porém perfeitamente compreensível)
| Parte 1:
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| Parte 2:
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| Parte 3:
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| Parte 4:
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| Parte 5:
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