Manuscrito 13 – A minha dor quando algo é dito sobre Deleuze

“Orlandi,

A minha dor quando algo é dito sobre Deleuze, no nível da irresponsabilidade, é tão grande, que em vez de reagir, constituir um debate, fico com febre. E, no mínimo, choro muito. Mas nada disto é por causa de uma grandeza secreta que possuo. Pelo contrário, é por “paixão parcial”: é que lamento estar em um tempo no qual Deleuze ainda está em excesso para o entendimento humano. Que os homens ainda não se deram conta que, depois da obra de Deleuze, nada é como antes.”

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